quarta-feira, 9 de maio de 2012

Como rodar o diagnóstico de memória nos Windows 7 e 8

Neste tutorial, você irá aprender como rodar o diagnóstico de memória nos Windows 7 e 8. O diagnóstico de memória é um recurso muito útil para os usuários de Windows, pois as falhas no processamento de memória são uma das maiores causas da famosa “Tela Azul da Morte” ou BSoD (na sigla em inglês, Blue Screen of Death).

Este recurso, presente tanto no Windows 7, como no seu sucessor, aplica-se para confirmar se realmente há algum dano na memória e, então, efetuar a trocar da parte danificada.

Os procedimentos para se realizar este teste de memória são os mesmos nas duas últimas versões do Windows, apenas com uma mudança na hora de acessar o Painel de Controle, já que o Windows 8 inicializa dentro da tela Start da interface Metro.

Passo 1. (Este passo só serve para aqueles que possuem Windows 8. Quem possuir Windows 7, deve pular para o segundo passo.) Dentro da tela Start da interface Metro, acesse à Charm Bar e selecione a opção “Start” para entrar na Área de Trabalho;

Acesse à Área de Trabalho clicando em "Start" na Charm Bar (Foto: Reprodução/Júlio Monteiro)Acesse à Área de Trabalho clicando em "Start" na Charm Bar

Passo 2. Dentro da Área de Trabalho, acesse o "Windows Explorer" e, através dele o Painel de Controle;

Acesse o Windows Explorer na barra de tarefas e, através dele acesse o Painel de Controle (Foto ReproduçãoJúlio Monteiro)Acesse o "Windows Explorer" na barra de tarefas e, através dele acesse o Painel de Controle

Passo 3. Já dentro do Painel de Controle, acesse a opção “System and Security”;

Dentro do Painel de Controle, selecione a opção "System and Security" (Foto: Reprodução/Júlio Monteiro)Dentro do Painel de Controle, selecione a opção "System and Security"

Passo 4. Em “System and Security”, selecione a opção “Administrative Tools”;

Dentro de "System and Security", selecione "Administrative Tools" (Foto: Reprodução/Júlio Monteiro)Dentro de "System and Security", selecione "Administrative Tools"

Passo 5. Um nova tela irá se abrir com várias opções, procure por “Windows Memory Diagnostic” e clique duas vezes sobre esta com o botão esquerdo do mouse;

Entre as várias opções clique duas vezes com o botão esquerdo do mouse sobre "Windows Memory Diagnostic" (Foto: Reprodução/Júlio Monteiro)Entre as várias opções, clique duas vezes com o botão esquerdo do mouse sobre "Windows Memory Diagnostic"

Passo 6. Em seguida, uma tela de aviso surgirá com duas opções. A primeira reinicia o computador imediatamente e roda o teste de memória. A segunda, oferece a alternativa de rodar o teste na próxima vez em que se inicializar a máquina.

Uma tela com duas alternativas surgirá, é possível rodar o teste imediatamente ou agendar para a próxima vez que se inicializar o PC (Foto: Reprodução/Júlio Monteiro)Uma tela com duas alternativas surgirá. É possível rodar o teste imediatamente ou agendar para a próxima vez que se inicializar o PC

Agora, o usuário só deve escolher entre uma das duas opções e deixar que a máquina faça sua parte. Não estranhe, o teste será rodado em uma interface específica e pode demorar até meia hora. Caso demore mais que isso, tente recomeçá-lo, pois pode ter ocorrido algum problema.

Como atualizar ubuntu 10.04 LTS e 11.10 para a nova versão 12.04 LTS

Neste tutorial, você vai aprender como atualizar ubuntu 10.04 LTS e 11.10 para a nova versão 12.04 LTS.  A Canonical disponibilizou recentemente a nova versão do Ubuntu, uma das distribuições Linux mais populares do mundo. A versão 12.04 LTS, chamada de Precise Pangolim, possui 5 anos de suporte para as versões desktop e servidor.

Os usuários das versões 10.04 LTS e 11.10 terão suporte até abril de 2013. No entanto, há possibilidade de fazer um upgrade para a nova versão e contar com o suporte até 2017.

Ubuntu 10.04 LTS (Lucid Lynx)

Passo 1. Abra o terminal Menu Aplicativos > Acessórios > Terminal ou faça o atalho Ctrl + Alt + T;;

ubuntuUpgrade Ubuntu

Passo 2. Digite "sudo update-manager -d" e pressione Enter. A senha do root (administrador) será solicidada. Digite-a;

Passo 3. Com a janela do gerenciador de atualizadores aberta, uma mensagem “Nova versão do Ubuntu 12.04 LTS está disponível” aparecerá, ao lado, clique no botão "Atualizar";

Passo 4. Aparecerá uma janela com as Notas de Lançamento, clique no botão "Atualizar";

Passo 5. A duração do tempo de atualização dependerá da velocidade da sua Internet. Aguarde até uma janela de confirmação de início de atualização aparecer. Para isso, clique no botão "Iniciar Atualização";

ubuntuAtualização da distribuição

Passo 6. Depois dos novos pacotes serem baixados, das atualizações serem instaladas e dos arquivos mortos serem limpos, a reinicialização do sistema será solicitada.
Pronto, você já pode contar com a nova versão do Ubuntu.

Ubuntu 11.10 (Oneiric Ocelot)

Passo 1. Pressione a tecla Windows para lançar o Dash e procure Update Manager;

updateDash Update Manager

Passo 2. Com a janela do gerenciador de atualizadores aberta, uma mensagem “Nova versão do Ubuntu 12.04 LTS está disponível”aparecerá. Ao lado, clique no botão Atualizar;

ubuntuUpgrade Ubuntu

Passo 3. Uma mensagem informando sobre a disponibilidade da nova versão surgirá. Clique "Atualizar".

Globo.com/Tecnologia

segunda-feira, 16 de abril de 2012

8 dicas para você se prevenir contra perda de dados

Uma boa solução de DLP (Data Loss Prevection) não deve ser apenas precisa, ela precisa ser fácil de aplicar e simples de administrar. Muitas das soluções de DLP que estão no mercado apresentam abordagens de primeira geração e falham na entrega de três requisitos principais: aparecimento de falsos positivos, implementações complicadas e demoradas, e um sistema de administração de eventos que consome muitos recursos.

A coisa mais importante com projetos de DLP é saber como seria o “Dia 2” do projeto. Para ajudar a determinar se uma solução de DLP realmente consegue atender às necessidades de sua empresa e não vai gerar um investimento inesperado, tente responder às seguintes perguntas:

Pergunta 1: Quantos servidores e/ou dispositivos são necessários na produção?

Por que você precisa saber: Uma solução bem projetada e eficiente não precisa de racks cheios de servidores para oferecer resultados corporativos, e não deve precisar de semanas ou meses para ser implementada. A quantidade de hardware e o número de etapas necessárias é um indício chave da maturidade do produto. Um dispositivo e um servidor podem oferecer uma solução completa, e outras caixas adicionais podem ser acrescentadas para escalabilidade. Num mundo ideal, uma solução de DLP deve ser empregada como uma solução unificada, não como uma união de múltiplas soluções.

Pergunta 2: TODOS os dados podem ser protegidos quando não estiverem conectados à rede da empresa?

Por que você precisa saber: As informações sensíveis presentes nos sistemas móveis não conectados à rede corporativa devem ter o mesmo nível de proteção que usuários locais. Os atrasos de transmissão entre um usuário remoto e um servidor de inspeção são pouco práticos para uso no mundo real, deixando os dados importantes vulneráveis. A solução ideal deve proteger e monitorar TODOS os tipos de informações sensíveis, independente de onde o usuário esteja.

Pergunta 3: Qual é a eficiência da sua arquitetura no consumo de recursos?

Por que você precisa saber: Uma solução bem desenhada exige uma arquitetura eficiente, escalável e que se adapta aos requisitos dinâmicos da sua empresa. As políticas de DLP podem reconhecer usuários e o servidor de políticas para terminais pode atender a todos os usuários, independente da política que devem seguir. Essa abordagem usa os recursos de forma eficiente e se adapta aos requisitos dinâmicos da empresa. Por outro lado, se cada perfil de política para cada tipo de terminal exige que o cliente aplique, configure e administre um servidor especial, isso coloca um limite prático sobre o número de políticas de terminais diferentes que podem ser adotadas.

Pergunta 4: É fácil administrar sua solução?

Por que você precisa saber: Produtos que não são maduros requerem vários consoles e diversas etapas de configuração complexas, aumentando os custos e a possibilidade de erros humanos. Com um produto maduro, toda a administração e configuração são realizadas a partir de um GUI unificado que simplifica a administração, diminuindo o tempo necessário para operar a solução e reduzindo a possibilidade de erro humano.

Pergunta 5: Quão ampla é a cobertura de política oferecida?

Por que você precisa saber: Uma solução madura deve oferecer cobertura extensa para políticas em sua configuração básica, com todas as políticas disponíveis conforme a necessidade da empresa, para tornar o trabalho do operador mais fácil e mais eficiente. Uma vez que os dados de cada empresa são diferentes, você pode precisar de políticas personalizadas também. O comerciante deve prestar assistência na elaboração, teste e entrega de políticas personalizadas, demonstrando que você pode aplicar a solução rapidamente.

Pergunta 6: Sua solução conhece o destino de comunicações sensíveis?

Por que você precisa saber: O conhecimento de destinos é fundamental para evitar a perda de dados sensíveis com o mínimo de falsos positivos. Por exemplo, os dados confidenciais enviados a um site de Webmail representam um tipo diferente de risco do que os mesmos dados enviados a um site de rede. Quando o sistema conhece o destino ao detectar incidentes de DLP que acontecem na Web, isso também reduz a carga administrativa durante a avaliação de incidentes para recomendar outras ações que, por si só, é uma grande economia.

Pergunta 7: Como oferecer uma carga de incidentes gerenciável com poucos falsos positivos?

Por que você precisa saber: Os alertas de falsos positivos geram muito trabalho e enquanto muitos fornecedores apresentam taxas baixas de falsos positivos, você deve explorar essa área e testar as soluções para detectar quais delas cumprem o que prometem. As tecnologias de detecção modernas vão além do alinhamento simples “reg-ex” e usam a identificação de scripts para complementar o alinhamento de padrões básicos. É importante procurar a inclusão desnecessária de incidentes duplicados e a identificação do nome do idioma natural, aspectos fundamentais para seguir as normas de privacidade.

Pergunta 8: Sua solução pode proteger meus dados de nuvem SaaS?

Por que você precisa saber: A solução deve poder proteger os dados onde quer que estejam armazenados, seja em um banco de dados interno ou em nuvem, por exemplo.. A maior adoção de SaaS baseado em nuvem redefine o limite entre destinos "internos" e "externos". Uma solução eficiente deve proteger dados confidenciais em qualquer lugar, sem a necessidade de exportar os dados para um formato novo.

[Lior Arbel é consultor de DLP da Websense]

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Lourilúcio Moura: Windows Seven Home Premium (64-bit) em Português

Lourilúcio Moura: Windows Seven Home Premium (64-bit) em Português: Noite pessoal! Hoje levei uma surra, um amigo trouxe de Las Vegas um HP Pavilion dv7-3085dx, só que todo em Inglês. Consegui alguma...

terça-feira, 10 de abril de 2012

Surgem detalhes sobre o chipset que dará suporte aos processadores Ivy Bridge.

 

Os fabricantes de placas-mãe já produzem as primeiras placas para os processadores Ivy Bridge, aproveitando o lançamento dos novos chipsets H77 e Z77 da Intel. Isso possibilita o acesso às configurações dos chips controladores, que são verdadeiros centros nevrálgicos das placas-mãe. As primeiras impressões foram coletadas com modelos da Asus, Biostar, MSI, ECS, Asrock e Gigabyte pelo pessoal do site AnandTech.

Chipsets já estão prontos para o lançamento dos novos processadores, previsto para ocorrer em três semanas (Foto: Divulgação)         

Chipsets já estão prontos

As três linhas disponíveis no momento são H77, Z75 e Z77. Basicamente, chipsets com Z significam que o usuário terá a chance de fazer overclock no processador – desde que o modelo de CPU ofereça o recurso. O número 77 simboliza modelos com suporte a tecnologia de cacheamento inteligente da Intel, destinada a sistemas híbridos com HDs e SSDs.

Para o usuário comum, a grande novidade está no suporte nativo, em todos os modelos, ao USB 3.0. Até aqui, as placas para processadores da Intel precisavam de um controlador dedicado para oferecer portas USB de terceira geração. A integração tende a melhorar o desempenho e reduzir custos.

As placas terão, também, suporte ao PCIe 3.0. São 16 linhas para acelerar o rendimento dos periféricos, notadamente placas de vídeo. A rigor, no entanto, no momento o usuário só sentirá ganhos reais em casos de sistemas multi-GPU, onde a divisão das vias entre as várias placas terá desempenho consideravelmente melhor do que os resultados experimentados na tecnologia 2.0.

Como limitar o acesso à Internet pelo endereço MAC

Nesta dica, você vai aprender como limitar o acesso de Endereços MACs não autorizados a uma rede. O procedimento é muito útil para garantir que apenas dispositivos conhecidos utilizarão a sua conexão de Internet.

Antes de qualquer coisa, você vai precisar do IP de acesso ao seu roteador e dos dados de nome de usuário e senha. Nesta dica, o roteador utilizado é da marca TP-Link, que geralmente utiliza o endereço 192.168.1.1.

Passo 1. Abra um navegador e digite o endereço do seu roteador. Caso não saiba, acesse o prompt de comando, digite "ipconfig" e aperte “Enter”;

Passo 2. Na janela que se abrir, digite o nome de usuário e a senha do roteador – Veja os nomes de usuário e senhas padrão dos principais roteadores;

Acessando o menu do roteador (Foto: Reprodução/Ramon Cardoso)Acessando o menu do roteador

Passo 3. No menu do roteador, clique na opção “Wireless” e, em seguida, em “Wireless MAC Filtering”;

Passo 4. Agora, marque a opção “Enable” para ativar o filtro MAC e altere a regra para “Allow”, para permitir o acesso apenas de estações que tenham o endereço cadastrado;

Opções de rede sem fio do roteador TP-Link (Foto: Reprodução/Ramon Cardoso)Opções de rede sem fio do roteador TP-Link

Passo 5. Para cadastrar um novo endereço MAC, clique em “Add new” e preencha os campos “MAC Address”, com o número do endereço MAC, e “Description”, com a identificação da estação (ex.: PC Ramon, Cel Ramon etc.);

Cadastrando um novo Endereço MAC (Foto: Reprodução/Ramon Cardoso)Cadastrando um novo Endereço MAC

Passo 6. Cadastre quantos endereços desejar e clique em “Save” para guardar as informações. Caso não saiba o Endereço MAC do dispositivo que deseja cadastrar, veja como descobrir o Endereço Físico do meu computador.

É importante lembrar que os passos acima foram criados com base num roteador da marca TP-Link. Entretanto, vários outros modelos de roteador possuem a opção de Filtro MAC, com menus e termos semelhantes aos usados aqui.

Marcos Gomes

segunda-feira, 12 de março de 2012

Instalando o Servidor DHCP

Boa noite pessoal! Estive com uma duvida nessa implementação e acabei pedindo uma ajudinha para o technet microsoft, achei bem interessante e resolvipostar em meu blog segue:

Agora iremos ver os passos para instalar o serviço DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) que irá conceder endereços IPs dinamicamente para os clientes na rede facilitando a administração de endereçamento.
O Servidor DHCP armazena todos os endereços atribuídos aos clientes em um banco de dados.

Instalando o DHCP

1. Abra o Server Manager
Start\Administrative Tools\Server Manager

2. Em Roles Summary clique em Add Roles e na janela que se abre clique OK.

Se desejar marque a opção "Skip this page by default" .

3. Na lista de Server Roles, selecione DHCP Server e clique Next.

4.Na página de informações adicionais clique em Next.
dhcp

5.Selecione a placa de rede na qual você deseja utilizar para distribuir endereços, você pode utilizar mais de uma placa configurada com endereço IP estático, cada rede selecionada pode ser usada para distribuir endereços em subredes separadas.Em seguida clique em Next.
DHCP

6.Configurando opções de DNS.
Nesta opção é possivel especificar o sufixo DNS e os endereços dos servidores DNS da sua rede.
Neste tutorial o Parent Domain é mcsesolution.local e o unico endereço DNS existente é o 10.0.0.1
dhcp

7.Se na sua rede existir um servidor WINS, digite o endereço IP do servidor e clique em Next.
dhcp

8.Definindo o escopo da sua rede. Essa parte é importante que seja bem planejada, pois é aqui neste ponto que iremos definir quantos endereços serão concedidos na sua rede. Clique em Add...
.DHCP
Scope Name : Nome para identificação
Startind IP Address e Ending IP Address: Inicio e fim do endereço que será atribuido:
Neste tutorial está definido do 10.0.0.1 até o 10.0.0.254
Subnet Mask : Mascara de subrede utilizada, neste caso a mascara padrão de classe A (255.0.0.0).
Default Gateway: Se existir algum gateway em sua rede digite aqui.
Subnet Type: Escolha entre Wired (6 dias) ou Wireless (8 dias) para definir o tempo de duração da concessão de endereçamento IP.
Marque a opção Activate this scope para ativar o escopo ao termino da configuração.
dhcp
Clique OK para continuar e em seguida clique em Next.

9.Definindo opções de IPv6.
O DHCP do Windows Server 2008 suporta dois modos de operação DHCP IPv6, conhecidos como StateLess e Statefull.
O modo Statefull é onde os clientes recebem esndereço IPh6 de um servidor DHCPv6.
DHCPv6 está definido na RFC 3315
Neste tutorial iremos fazer a configuração simples.
Enable DHCPv6 Stateless Mode indica que os clientes irão utilizar um mecanismo Não-DHCPv6, geralmente com a autoconfiguração de IP e devemos indicar qual p IPv6 dos servidores DNS.
Disable DHCPv6 Stateless Mode, selecionando esta opção não haverá opção para selecionar os endereços IPv6 dos servidores DNS.

dhcp
Outras opções podem ser definidas após a instalação do DHCP.
Escolha entre disable ou enable, caso a escolha seja enable a janela seguinte permite configurar o IPv6 do servidor DNS.
dhcp

10.Autorizando o servidor DHCP no Active Directory.
Neste momento escolha as credenciais que irão autorizar o DHCP Server, aqui neste tutoriais é a conta administrator.
dhcp

11 Verifique as configurações selecionadas e clique em install para finalizar a instalação do servidor DHCP.
DHCP

Fonte de pesquisa: http://blogs.technet.com/teamdhcp/default.aspx